National Geographic Magazine é uma revista única no seu género. Mais de 100 anos a publicar as explorações e descobrimentos dos seus cientístas, exploradores e fotógrafos. Mais de 100 anos mantendo-se fiel ao seu compromisso de velar pelos bens culturais, históricos, antropológicos e naturais do nosso planeta.
Abraçar o engenho em constante evolução
A SUA FOTO
VISÕES
A NOSSA SELECÇÃO • A nossa lista anual de destinos sustentáveis destaca lugares que educam, iluminam e despertam ligações e admiração.
Ilhas do Dodecaneso, Grécia
TULI BLOCK, BOTSWANA
Louang-phabang, Laos
CHOQUEQUIRAO, PERU
National Geographic Magazine
Como seria se vivêssemos mais
VIVER MAIS E MELHOR • OS CIENTISTAS RECORREM A TECNOLOGIA DE PONTA PARA ENTENDEREM OS MEANDROS DO ENVELHECIMENTO HUMANO E PROCURAREM OPÇÕES PARA RETARDÁ-LO OU INVERTÊ-LO.
OS CIENTISTAS SÃO ÓPTIMOS A PROLONGAR A VIDA DOS RATOS.
COMO ENVELHECEM ASNOSSAS CÉLULAS • Nas três últimas décadas, os investigadores biomédicos identificaram mecanismos, ou “marcos”, do envelhecimento para explicar os processos celulares e moleculares que danificam as células. Aqui agrupados em três categorias, nove estão no centro dos esforços de vanguarda para abrandar o envelhecimento – o principal factor de risco para muitas doenças graves, incluindo o cancro.
DENTRO DO NÚCLEO • O núcleo é o coração da célula. Como contém DNA, o modelo que governa toda a actividade celular, quaisquer lesões ocorridas no interior do núcleo são graves e podem ser transmitidas a toda a célula, causando uma torrente de efeitos negativos.
INTERACÇÕES CELULARES • As células precisam de comunicar entre si para os órgãos do nosso organismo funcionarem de uma forma ideal. Quando o DNA ou as células se danificam, como se vê aqui, na parede intestinal, as células não recebem os devidos sinais.
INTERIOR DA CÉLULA • As células são como fábricas com muitas peças essenciais que interagem umas com as outras. A existência de lesões em qualquer delas, incluindo as mitocôndrias que transformam os alimentos em energia, comprometerá o funcionamento da célula. Esta degradação poderá afectar o núcleo da célula e provocar doenças.
ENFRENTANDO OS FACTOS • A idade está escrita nos nossos rostos. À medida que envelhecemos, a nossa boca alonga-se, o nariz alarga, as pálpebras descaem. E, claro, também há rugas e papos. Jing-Dong Jackie Han, investigadora da Academia Chinesa das Ciências, interrogou-se se os nossos rostos revelam a nossa idade fisiológica, que pode diferir até seis anos da cronológica. Ela e os seus colegas fundiram imagens de rostos chineses para criar médias. Os cientistas descobriram que a utilização de um sistema com câmara 3D e inteligência artificial para comparar os rostos com as médias permite maior rigor na detecção do envelhecimento do que um exame físico ou uma análise ao sangue. Este método é também uma forma não invasiva de ajudar os médicos a decidir se devem procurar colesterol alto, hipertensão ou outras doenças relacionadas com a idade.
MATANDO ZOMBIES
A LONGEVIDADE SEGUNDO A ARQUEOLOGIA
POR AMOR AOS MANATINS • HÁ POUCAS DÉCADAS, ESTES DELICADOS MAMÍFEROS MARINHOS ESTAVAM QUASE EXTINTOS NA FLORIDA. AS COMUNIDADES MOBILIZARAM-SE E O NÚMERO DE MANATINS AUMENTOU, MAS O ELEVADO NÚMERO DE MORTES RECENTES É PREOCUPANTE.
EM MOVIMENTO • Os manatins da Florida enfrentam um futuro incerto à medida que o aquecimento dos mares, os escoamentos agrícolas e as fugas de fossas sépticas põem em risco a sua principal fonte de alimento – as ervas marinhas. A actividade humana ajuda em alguns casos. As descargas de água provenientes das centrais térmicas, por exemplo, proporcionam aos...